Hoje tudo foi favorável, inclusive os ventos, que foram gentis conosco e sopraram de modo mais sereno. Não só para nós, mas para muitos outros aventureiros que encontramos. Foi um dia bem intenso de relacionamentos, o que torna a experiência de aventurar-se bem mais rica e interessante. É bom demais ouvir as histórias e o entusiasmo dos que se põem à caminho...
No jantar aconteceu algo que parece ser característico apenas de obras de ficção. Estávamos jantando no Clube Britânico, em Rio Gallegos e encontramos um casal que morou por um tempo em Apucarana. Eram proprietários da Confeitaria Áustria e nós seus clientes habituais. "Pequeno planetinha ", não é mesmo?
Foi um dia em que foi possível desenvolver uma pilotagem em níveis superiores a 160 kms/h de forma segura. Só não foi possível manter essa velocidade continuamente pois havia um risco: guanacos e mais guanacos.
O cenário já mudou bastante, grandes alternâncias entre longas retas e curvas fantásticas, isso sem falar da beleza majestosa do Atlântico margeando um trecho da rodovia. O céu também nos reservou visuais incríveis, com nuvens bem baixas, gerando uma sensação de proximidade. Também mesclou céu azul, nuvens branquinhas e nuvens bem carregadas, com chuva anunciada...
Uma observação interessante é a constatação de que uma década depois, ao percorrer o mesmo caminho, a Ruta 3, é possível traçar mudanças bem pontuais. Hoje há um número bem maior de veículos, de trechos duplicados, de turistas circulando por essas terras, mais investimentos em infraestrutura, mais postos de combustíveis, enfim, o sul está cada vez mais no mapa do turismo.
Vendo as placas indicando o Ushuaia bateu um certo arrependimento de não ter contemplado nosso retorno à esse lugar mágico e emblemático que é o fim do mundo, a cidade mais austral do planeta. Mas tínhamos que fazer escolhas em função do tempo disponível para essa viagem. Se é que precisamos de uma desculpa para voltar, essa seria uma perfeita (rsrsrsrs).
Amanhã seguiremos rumo a El Calafate. É grande nossa expectativa.
No jantar aconteceu algo que parece ser característico apenas de obras de ficção. Estávamos jantando no Clube Britânico, em Rio Gallegos e encontramos um casal que morou por um tempo em Apucarana. Eram proprietários da Confeitaria Áustria e nós seus clientes habituais. "Pequeno planetinha ", não é mesmo?
Foi um dia em que foi possível desenvolver uma pilotagem em níveis superiores a 160 kms/h de forma segura. Só não foi possível manter essa velocidade continuamente pois havia um risco: guanacos e mais guanacos.
O cenário já mudou bastante, grandes alternâncias entre longas retas e curvas fantásticas, isso sem falar da beleza majestosa do Atlântico margeando um trecho da rodovia. O céu também nos reservou visuais incríveis, com nuvens bem baixas, gerando uma sensação de proximidade. Também mesclou céu azul, nuvens branquinhas e nuvens bem carregadas, com chuva anunciada...
Uma observação interessante é a constatação de que uma década depois, ao percorrer o mesmo caminho, a Ruta 3, é possível traçar mudanças bem pontuais. Hoje há um número bem maior de veículos, de trechos duplicados, de turistas circulando por essas terras, mais investimentos em infraestrutura, mais postos de combustíveis, enfim, o sul está cada vez mais no mapa do turismo.
Vendo as placas indicando o Ushuaia bateu um certo arrependimento de não ter contemplado nosso retorno à esse lugar mágico e emblemático que é o fim do mundo, a cidade mais austral do planeta. Mas tínhamos que fazer escolhas em função do tempo disponível para essa viagem. Se é que precisamos de uma desculpa para voltar, essa seria uma perfeita (rsrsrsrs).
Amanhã seguiremos rumo a El Calafate. É grande nossa expectativa.
Olha que vc está me inspirando!!!!
ResponderExcluir"160 kms/h"... coisa pouca! KKKKK... Nessa velocidade, sinto-me aí em viagem com vocês. E estas retas, parecem fascinantes mesmo. Inté+
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